Na segunda‑feira (14/9), às 19h30, o Aparecida Sertaneja volta ao ar com um conceito que celebra a força e a tradição da música sertaneja. Sob o comando de Mariangela Zan, o programa da TV Aparecida reúne artistas de diferentes gerações, desde ícones consagrados até jovens promessas que mantêm viva a essência da música caipira. A programação promete emoção, nostalgia e a esperança de um futuro musical ainda mais vibrante.
Entre os destaques desta edição está a dupla Mococa e Paraíso, que já está unida desde 1986. A trajetória da dupla é marcada pelo sertanejo raiz, mas também pela presença de canções românticas. Suas maiores conquistas incluem sucessos como “Orelhão Azul”, “Licor de Amor”, “O Ipê e o Prisioneiro”, “O Pulo do Gato” e “Por Ela”. Em 2019, lançaram um trabalho especial em homenagem aos antigos parceiros: Tião Carreiro, que fez dupla com Paraíso, e Moraci, parceiro de Mococa em diversos discos.

O programa também conta com a dupla Dany e Diego, formada por irmãos em 1997, em Santa Bárbara d’Oeste (SP). Suas músicas conquistaram espaço nas rádios de todo o Brasil, e a dupla continua ampliando sua presença no cenário sertanejo. Entre os sucessos estão “Jogando a Toalha”, “Então Tá”, “Tempo ao Tempo” e “Sempre Fui Eu”.

Para representar a nova geração, Zé Mateus, de apenas 11 anos, se destaca como uma das jovens promessas do sertanejo raiz. Com voz marcante, carisma e paixão pela música caipira, ele ganhou projeção nacional em 2024 ao participar do Canta Comigo Teen, da Record TV. No ano seguinte, conquistou o título de campeão de um concurso de talentos infantis realizado em Barretos. Em 2026, retornou ao evento e viveu um momento especial ao dividir o palco com Zezé Di Camargo.

Outra atração mirim é a dupla Pardal & Canarinho, formada por Théo José e Matheus Santos, ambos de 11 anos e naturais de Salesópolis (SP). Os jovens deram os primeiros passos na música durante a Festa do Divino Espírito Santo, importante celebração cultural e religiosa da cidade. Desde então, passaram a participar de festas populares e eventos culturais e religiosos, apresentando um repertório dedicado às modas de viola e aos clássicos do sertanejo raiz.

Fechando a programação, Pedro Antônio e Vitor Leonardo representam mais uma dupla da nova geração. Irmãos de 13 e 9 anos, respectivamente, os meninos iniciaram a relação com a música na Igreja Católica. Pedro começou a tocar violão aos 5 anos, enquanto Vitor iniciou os estudos de acordeon na mesma idade. Juntos, passaram a se apresentar na igreja e já levaram a música para comunidades católicas de Santa Catarina, Paraná, São Paulo e Minas Gerais.
O Aparecida Sertaneja demonstra que a música caipira não é apenas um legado, mas uma chama que continua a arder em gerações novas e antigas. Ao colocar talentos mirins no mesmo palco que artistas consagrados, o programa cria um elo entre passado e futuro, mostrando que a tradição sertaneja pode ser preservada e, ao mesmo tempo, reinventada. A presença de jovens como Zé Mateus, Pardal & Canarinho, Pedro Antônio e Vitor Leonardo prova que o sertanejo raiz está longe de morrer; ele apenas ganha novas vozes e novas histórias para contar.








