Espectáculo “EU-ANA” do Coletivo Gozo-Pranto: Uma jornada de resistência e identidade

Espectáculo “EU-ANA” do Coletivo Gozo-Pranto: Uma jornada de resistência e identidade

Em uma era em que a diversidade e a inclusão são mais necessárias do que nunca, o Coletivo Gozo-Pranto apresenta um espetáculo que busca inspirar e mobilizar as pessoas a refletir sobre a realidade da vida negra no Brasil. “EU-ANA” é uma adaptação teatral do conto “Ana Davenga” de Conceição Evaristo, publicado no livro “Olhos d’Água”. Esta peça é uma jornada de resistência e identidade que explora a vida de Ana, uma mulher negra e favelada que se apaixona por Davenga, chefe de uma quadrilha da favela onde mora.

Desenvolvimento

A peça foi criada com o objetivo de introduzir uma discussão poética sobre a resiliência dos corpos negros em face da morte e da marginalidade. A diretora, Cátia Costa, explica que a ideia principal é ressignificar as tragédias cotidianas através da alegria e da dor do samba, sem romantizar. A peça conta a história de Ana, que é reescrita por quatro mulheres negras que interpretam todos os personagens, incluindo Ana e Davenga.

A direção musical é realizada por Joyce Araujo, que também faz parte do elenco. A peça é uma mistura de samba, dança, canto e movimento, que busca criar uma atmosfera única e envolvente. A iluminação é feita por Ygor Ataliba, que adiciona um toque de magia à peça. A direção de arte é de Lore, que cria um cenário que reflete a realidade da favela.

A peça é classificada para maiores de 14 anos e tem uma duração de 55 minutos. A programação inclui 5 apresentações no SESC-RJ, em diferentes unidades, a partir do dia 03 de julho.

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Espectáculo "EU-ANA" do Coletivo Gozo-Pranto: Uma jornada de resistência e identidade

Programação

– SESC Teresópolis – 03/07, sexta-feira, às 19h30
– SESC Madureira – 10/07, sexta-feira, às 15h
– SESC Nova Iguaçu – 11/07, sábado, às 19h
– SESC Campos – 17/07, sexta-feira, às 19h
– SESC Ramos – 30/07, quinta-feira, às 19h

“EU-ANA” é uma peça que busca inspirar e mobilizar as pessoas a refletir sobre a realidade da vida negra no Brasil. Com sua mistura de samba, dança, canto e movimento, a peça cria uma atmosfera única e envolvente que faz com que o público se sinta conectado à história de Ana. É uma jornada de resistência e identidade que não pode ser perdida.

Fotos: Hugo Paixão

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