Em um mundo onde a música é frequentemente usada como um refúgio para escapar das dificuldades da vida, o álbum “Pleno Desastre” de Mateus Aguiar é um testemunho de coragem e autoconhecimento. Com 27 anos, o cantor e compositor pernambucano apresenta um trabalho que é uma reflexão profunda sobre suas próprias dores existenciais e emocionais.
Segundo Mateus Aguiar, o álbum surgiu da necessidade de compor sobre suas próprias experiências de autodestruição e busca por cura. “Fui escrevendo sobre situações angustiantes pelas quais eu passava. Foi um contexto de bastante vulnerabilidade emocional, dificuldades de lidar comigo mesmo e buscas constantes por conexões ou reconexões. No fim, o tema celebra o despertar da apatia e o retorno ao apoio real, mostrando que, após enfrentar as noites mais sombrias, o eu lírico finalmente encontra as pazes e se sente em casa dentro de si mesmo.”
Uma Jornada de Sonoridades
As nove faixas do álbum são uma reflexão da jornada de Mateus Aguiar, que vai da autodestruição inicial às fugas ilusórias em vícios e amores rápidos, e culmina em uma “morte simbólica” do velho eu. A sonoridade do álbum é uma mistura de indie rock, pop rock, emo rock e rock alternativo, com arranjos intensos e melancólicos.
As faixas do álbum são uma reflexão da jornada de Mateus Aguiar, que vai da autodestruição inicial às fugas ilusórias em vícios e amores rápidos, e culmina em uma “morte simbólica” do velho eu. A sonoridade do álbum é uma mistura de indie rock, pop rock, emo rock e rock alternativo, com arranjos intensos e melancólicos.
As Faixas do Álbum
O álbum começa com “O Rastejador”, uma faixa de rock alternativo intenso e complexo que fala sobre crise existencial e a perda de identidade de alguém sufocado pelo passado. Em seguida, vem “Péssimo no Amor”, uma faixa de pop rock agitado que retrata a autodepreciação de alguém que cai facilmente em recaídas e cria expectativas românticas aceleradas.
As outras faixas do álbum são igualmente intensas e emocionais, cada uma refletindo uma etapa da jornada de Mateus Aguiar. “Canabrava” é uma faixa de indie atmosférico, calmo e relaxante que resume o doloroso processo de acordar para a solidão e a necessidade urgente de se libertar de um ciclo amoroso.
“Lítio” é uma faixa de indie rock melancólico que retrata a dor da automutilação, do vazio e de uma mente em colapso que busca o esquecimento nos excessos e na noite. “Morto de Primeira” é uma faixa de rock alternativo intenso que fala sobre a exaustão de tentar se destruir e a decisão definitiva de renascer para uma nova realidade.
“Viver Pra Sempre” é uma faixa de pop rock animado que fala sobre o despertar de alguém que, após um longo período de apatia e autodestruição, reencontra a urgência de sentir e pulsar. “Só Posso Ser Eu” é uma faixa de pop rock animado que fala sobre autoaceitação e cura interna, onde o eu lírico tenta acalmar as próprias feridas para aprender a se amar exatamente como é.
“Perdido” é uma faixa de indie pop que fala sobre sentir-se perdido e o vazio do isolamento e a dor de não se reconhecer mais ou se sentir conectado com o mundo ao redor. “Sem Fim” é uma faixa de indie pop animado que fala sobre o amadurecimento e a reconciliação do eu lírico com a própria trajetória, compreendendo que a vida é um mistério infinito a ser descoberto.
Um Testemunho de Coragem
“Pleno Desastre” é um álbum que é um testemunho de coragem e autoconhecimento. Mateus Aguiar não teme compartilhar suas próprias dores e lutas, e isso é algo que pode ser sentido em cada faixa do álbum.
Este álbum é um convite para que os ouvintes sejam honestos consigo mesmos e compartilhem suas próprias lutas e dores. É um álbum que pode ajudar a curar as feridas e a encontrar a paz interior.
Em resumo, “Pleno Desastre” é um álbum que é um testemunho de coragem e autoconhecimento. É um álbum que pode ajudar a curar as feridas e a encontrar a paz interior. É um álbum que é um convite para que os ouvintes sejam honestos consigo mesmos e compartilhem suas próprias lutas e dores.








