Marcela Soares, a jogadora de futsal que foi afastada de uma equipe após ser expulsa por ter um perfil adulto, está de volta com um projeto que pode mudar o jogo do futebol feminino no Brasil. Com dinheiro arrecadado com sua atuação como criadora de conteúdo adulto, ela está patrocinando um time feminino de futebol ligado à Chapecoense, que será lançado em junho.
Um time para as mulheres, por mulheres
Marcela afirma que o esporte a tirou de um lugar, então ela criou o seu próprio. “Vou provar que dá para fazer diferente“, diz. O time terá um elenco competitivo, com história e personalidade, e uma comissão técnica em estruturação. Além disso, a jogadora também estará à frente do projeto fora das quadras.
Parte do investimento inicial sai do próprio bolso de Marcela, e ela deixa claro de onde vem esse dinheiro.

Um recorte político claro
A iniciativa de Marcela também tem um recorte político claro: abrir espaço para atletas que enfrentam julgamentos parecidos com o que ela viveu. A jogadora diz que pretende trazer para o elenco outras criadoras de conteúdo adulto que jogam futsal. “Muita gente foi excluída ou se esconde por medo. Não vou julgar ninguém pelo que faz fora da quadra“.
Miss Copa do Mundo e futebol
Marcela também é Miss Copa do Mundo Portugal, título que conquistou na estreia em concursos de beleza. Ela quer usar o período de maior atenção ao futebol mundial para posicionar o projeto. O anúncio oficial do elenco e dos patrocinadores está previsto para junho, durante a Copa do Mundo.
Um futuro promissor
O time de Marcela tem tudo para ser um sucesso. Com um elenco competitivo, uma comissão técnica experiente e uma jogadora que está à frente do projeto, o time tem todas as condições de se destacar no futebol feminino brasileiro. Além disso, a iniciativa de Marcela também tem um recorte político claro, abrindo espaço para atletas que enfrentam julgamentos parecidos com o que ela viveu.
Marcela Soares é uma jogadora que não mede palavras. Com seu time, ela está mostrando que é possível fazer diferente e criar um projeto que seja justo e inclusivo. É um futuro promissor para o futebol feminino no Brasil.













