Em uma recente publicação nas redes sociais, o Dr. André Borba, renomado especialista em oculoplástica (cirurgia da área dos olhos), respondeu a uma das perguntas mais frequentes de seu consultório, revelando sua profunda expertise no campo da estética e segurança: “O senhor também aplica toxina botulínica?” A resposta é um enfático “sim”, com a ressalva de que o médico utiliza a técnica desde 1998.
O Dr. Borba, que se dedica à oculoplástica, área que engloba a cirurgia das pálpebras, enfatiza que a toxina botulínica é um recurso essencial para complementar procedimentos cirúrgicos e garantir resultados naturais.
“A toxina botulínica vem revolucionando a medicina e, na minha área, é essencial para tratar as rugas dinâmicas, otimizar a blefaroplastia e trazer naturalidade ao rejuvenescimento do olhar,” afirma o especialista.
Ciência, Ensino e Tradição
Mais do que um profissional clínico, Dr. André Borba é reconhecido por sua forte contribuição à literatura médica e ao ensino. Ele dedica-se a capacitar médicos mundialmente sobre a aplicação segura e eficaz da toxina botulínica e preenchedores. Sua produção científica inclui o livro Técnicas de Rejuvenescimento Facial com MD Codes e Toxina Botulínica (2018) e o artigo Avoiding Complications on the Upper Face Treatment with Botulinum Toxin: A Practical Guide (2022).
O médico faz questão de sublinhar que sua prática é pautada em “ciência, segurança e respeito”.
Ele ainda destaca a histórica ligação da toxina botulínica com sua especialidade: a substância foi originalmente descoberta por um oftalmologista (Dr. Alan Scott), pioneiro em seu uso. Dr. Borba teve a honra de conhecer o Dr. Scott durante sua formação em Oculoplástica na UCLA, na Califórnia, um fato que reforça a relevância da técnica nas mãos de especialistas na anatomia dos olhos.
Além da Medicina: A Busca por Propósito em Jerusalém

A precisão cirúrgica e a dedicação científica do Dr. André Borba encontram um contraponto em momentos de profunda reflexão pessoal. Em uma postagem feita durante uma viagem a Israel, o médico compartilha uma visão filosófica sobre a vida e o tempo, que sugere o equilíbrio necessário entre a intensa rotina profissional e a busca por significado.
“Estar em Israel é lembrar que a vida também é feita de pausas. Entre histórias milenares e caminhos sagrados, a gente percebe que o tempo não corre, ele revela,” escreveu. A experiência no local, que para ele possui um significado especial, o fez refletir sobre aquilo que “realmente importa.”
Esta dualidade entre a excelência técnica e a busca por propósito define um profissional que une a vanguarda médica a uma visão humanizada do seu ofício.
