Ex-campeã brasileira e pentacampeã mineira de fisiculturismo, Mari Reis trocou o palco das competições por um nicho inesperado — e altamente lucrativo — no universo +18: vídeos de treino sem roupa.
Segundo Mari, tudo começou quando fãs começaram a pedir cenas sensuais e até explícitas na academia. “Eu sempre recebia mensagens pedindo vídeos meus treinando, mas com um toque mais sensual. No começo, pensei que fosse só brincadeira. Depois, percebi que havia uma demanda real, principalmente por cenas mais ousadas, até explícitas”, conta. “Então decidi gravar treinando pelada. Virou febre (risos)”.
Hoje, cerca de metade do faturamento mensal da atleta — que chega a R$ 150 mil — vem apenas desse tipo de conteúdo. Para atender a esse público, ela montou uma academia particular, equipada com aparelhos profissionais e cenários feitos sob medida para as gravações.
As produções vão de flagras simulados a treinos provocantes, sempre com aquele toque explícito, mas sem deixar de lado o tema esportivo.

De acordo com ela, não se trata apenas de posar para a câmera. “Não é só colocar um biquíni e fingir que está treinando. Eu treino de verdade, faço exercícios pesados, e ao mesmo tempo entrego a provocação que eles querem ver. É isso que deixa o conteúdo único. Treino com tesão”, assume.
Com a popularidade lá em cima, Mari Reis se consolidou como uma das criadoras mais comentadas do Brasil, misturando performance esportiva e sensualidade em um formato que poucos exploram. E não pretende parar: “Enquanto tiver fã pedindo e eu me divertindo, vou continuar. O exibicionismo é parte do jogo. Me descobri nisso”.









