Celebs | Joan Crawford teve um caso com Marilyn Monroe: “Eu não gosto de fazer isso com uma mulher!”
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Por Redação Celebs / Publicado terça-feira, 28 set 2021 11:37

Joan Crawford teve um caso com Marilyn Monroe: “Eu não gosto de fazer isso com uma mulher!”

americanas.com.br

Marilyn Monroe e Joan Crawford estavam na onda do início dos anos 1950, e a conexão entre elas se transformou em algo mais. No entanto, a aventura vivida não foi benéfica para nenhuma.

Enquanto Joan Crawford já havia ganhado vários prêmios em 1952, sendo indicada para um Globo de Ouro e um Oscar por seu papel em “Sudden Fear“, Marilyn Monroe estava apenas começando a sentir o gosto pelo sucesso.

Nascida no Texas, Crawford não teve uma vida fácil, seus pais se separaram antes de seu nascimento e, quando adolescente, a futura atriz tentou vários empregos. No entanto, ele tinha talento para a dança e queria seguir carreira na indústria do entretenimento. Assim, passou a se apresentar em diversos shows. Dois anos depois, ela foi para Hollywood.

Determinada a ser uma celebridade, ela conseguiu um papel em “Pretty Ladies” em 1925. Continuou a aparecer em pequenos papéis de 1927 a 1928. Em 1929, ela então assumiu um papel em “Untamed“, que se tornou um sucesso. Ela logo se tornou uma das atrizes mais proeminentes da MGM. Ele apareceu em “Grand Hotel” em 1932, “Sadie McKee” em 1934, “No More Ladies” em 1935 e “Love on the Run” em 1936.

Marilyn Monroe, sexo com homens, mas também com mulheres

Nascida Norma Jeane Mortenson em 1926, a vida de Monroe foi cheia de polêmica desde o início. Sua mãe, Gladys, não podia cuidar dela, então ela a mandou para um lar adotivo, mas a trouxe de volta aos sete anos de idade.

Pouco depois de assumir a custódia de sua filha, Gladys sofreu um colapso mental e foi internada. Monroe acabou em um orfanato.

Com apenas 16 anos, ela se casou com James Dougherty, um amigo de infância. Ele logo se juntou ao exército, então eles se divorciaram. Marilyn começou a modelar e em 1948 conseguiu seu primeiro papel em “Ladies of the Chorus“.

Em 1950, ela apareceu em “Asphalt Jungle” e “All About Eve“, depois “Niagara” em 1953. No mesmo ano, Monroe causou sensação em “Gentlemen Prefer Blondes“, o filme que vai relançar sua carreira.

Monroe se apaixonou por homens e mulheres, e Crawford passou por sua cama. A estrela contou ao médico sobre o caso. Mas a loira não queria um noivado duradouro com Joan. Ela logo confessou a Joan que não se via em um relacionamento com ela.

A rejeição de Monroe gerou animosidade entre eles.

“Eu disse a ela imediatamente que não gosto de fazer isso com uma mulher. Depois que eu recusei, ela se tornou travessa“, disse Monroe.

O Globo de Ouro foi a época em que todos os titãs da tela se reuniram e comemoraram, mas o evento de 1953 se tornou um dos momentos mais comentados da carreira de Monroe e Crawford.

Marilyn ganhou o prêmio de Melhor Atriz por seu papel em “Gentlemen Prefer Blondes” e “How To Marry a Millionnaire“. Naquela noite recebeu seu prêmio.

Para marcar o grande dia, Monroe pediu ao designer William Travilla que fizesse para ela um vestido com decote folheado a ouro. Estava tão apertado que Travilla teve de costurar.

Antes da cerimônia, ele aconselhou Monroe a limitar os movimentos, pois qualquer atividade poderia causar o rasgo do vestido. Seu então marido, Joe DiMaggio, nem mesmo a acompanhou à cerimônia por causa do vestido escandaloso.

A loira era cada vez mais apreciada e Crawford constantemente recebia críticas por ser uma atriz mais velha.

Devido ao seu traje, Monroe não pôde ficar, então ela decidiu se atrasar para a cerimônia. Quando estava prestes a ser chamada ao palco para receber o prêmio, ela entrou.

Jerry Lewis, o responsável pela cerimônia, começou a gritar, enquanto os convidados explodiram em aplausos.

Crawford ficou azul de inveja.

“Ninguém pode me imitar. Você sempre pode ver imitações de Katharine Hepburn e Marilyn Monroe, mas eu sou diferente“, disse mais tarde.

E pelo simples fato de Joan ter ganhado dois prêmios no mesmo ano, a animosidade não era resultado de ressentimentos relacionados ao trabalho.

Crawford tinha 55 anos e já não era tão desejada. Com sua carreira tumultuada, mas excessivamente alcoólatra, Joan viu em Monroe uma ameaça, tanto para ela como mulher quanto para sua carreira. A loira agora estava conseguindo os papéis que ela havia oferecido a Crawford no passado.

Ela começou a criticar Monroe por sua aparência, dizendo que levava a publicidade longe demais. Joan disse ainda que Marilyn devia saber que a indústria adora personalidades femininas atraentes, mas que devem manter seu respeito.

O abismo se aprofundou, e quando Monroe não convidou Crawford para sua festa em casa um ano depois, uma ruptura entre as duas foi confirmada.

A disputa durou tanto que as duas atrizes ainda discutiam quando Monroe perdeu a vida em 1962.

Solicitada a comentar sobre a morte de Monroe, Crawford disse:

Ela era mesquinha e exibicionista, mas pelo amor de Deus ela precisava de ajuda. Ela tinha tantas pessoas na folha de pagamento, por que ela teve que morrer sozinha?”

Fotos: Arquivos pessoais


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